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A primeira atitude é comunicar imediatamente o banco e tentar o bloqueio dos valores. Em seguida, registre um boletim de ocorrência e procure um advogado especializado para avaliar as medidas legais possíveis.
Sim. Em muitos casos, a Justiça entende que o banco tem responsabilidade objetiva por falhas na segurança das transações, especialmente se houver indícios de negligência ou ausência de mecanismos de proteção.
Não necessariamente. Dependendo do tipo de golpe, é possível buscar a responsabilização de terceiros, como empresas que emitiram boletos falsos, sites fraudulentos ou operadoras de telefonia (no caso de SIM swap).
Sim. Além da devolução do dinheiro, o juiz pode reconhecer o direito a danos morais, especialmente se o golpe gerou abalo emocional, humilhação, estresse ou impacto na sua vida pessoal e profissional.
Sim! O atendimento negado ou ineficiente do banco não impede que você acione a Justiça.
Nem sempre. A responsabilidade do banco não depende de culpa do cliente, segundo o Código de Defesa do Consumidor. O banco precisa garantir a segurança do sistema. Cada caso deve ser avaliado individualmente.
Sim. A Justiça tem reconhecido a responsabilidade de bancos e empresas por permitir que boletos falsificados ou QR Codes adulterados circulem sem controle, causando prejuízo ao consumidor.
Sim. A ação pode ser direcionada contra o banco ou empresa envolvida, com o objetivo de reaver o valor ou pedir indenização. O advogado também pode solicitar investigação para identificar o criminoso.